Levante-se Brasil!

Está em nossas mãos

  • jul 15
    De um leitor:

    Mas há quem defenda e peça intervenção jurídica contra o Levante-se e outros blogs que denunciam as maracutaias do desgoverno.
    Leiam o texto Mensagens de Ódio Pela Internet: Um Apelo ao Ministério Público, por Carlos Alberto Lungarzo:

    http://www.ecodebate.com.br/2010/06/23/mensagens-de-odio-pela-internet-um-apelo-ao-ministerio-publico-por-carlos-alberto-lungarzo/comment-page-1/#comment-9835

    O PNDH3 ou AI 51 já está em vigor, e os patrulheiros simpatizantes de Dilma, das FARC e outros “movimentos populares” estão pedindo censura. Militantes das falanges do ódio travestidos de professores já estão pregando a repressão à liberdade de informação. Mudando a Constituição e as leis, poderão pedir ao Ministério Público a censura oficial e quicá a prisão de quem insiste no livre pensamento.

    HR.

  • jun 12

    LEIAM, POR AMOR DE DEUS.
    (Grupo Guararapes)

    Quem escreveu é um grande poeta. Foi exilado político no tempo dos governos militares. Andou pelo mundo afora e escreveu este artigo, publicado na Folha de São Paulo (ILUISTRADA). (15 NOV.2009).
    Não foi escrito por nenhum militar ou por alguém do GRUPO GUARARAPES. Cada palavra, cada frase, cada período expressa o que estamos dizendo há 19 anos.
    Ferreira Gullar expressou o sentimento de brasilidade e de patriotismo, tão ausente, nos dirigentes atuais do Brasil.

    O que foi o 1 de maio em São Paulo? É nada mais do que neopeleguismo e do neo-populismo tão bem dito por Ferreira Gullar.

    Diz Ferreira GULLAR:

    “A fórmula é sempre aquela: inimigo dos poderosos e amigo dos pobres, defensor dos negros e mulatos, inimigo dos brancos de olhos azuis”.

    “É um presidente da República que, sem qualquer escrúpulo, faz questão de instigar ressentimentos e conflitos entre os cidadãos, jogar uns contra os outros”.

    RETROCESSO À VISTA
    FERREIRA GULLAR
    EX-COMUNISTA

    O FIM DA utopia marxista, que apostava na derrota do capitalismo, deu lugar, na América Latina, ao neopopulismo que, fazendo-se passar por socialista, explora, em vez da contradição classe operária versus burguesia, a oposição entre pobres e ricos. Se, no caso anterior, os sindicatos funcionavam como instrumento de organização e mobilização do operariado para a tomada revolucionária do poder, agora constituem uma burocracia de neopelegos, que passaram a ocupar posições estratégicas no aparelho de Estado e na máquina política.

    Assim, pressionam o governo e os patrões para que façam pequenas concessõesaos trabalhadores, com a condição de mantê-los quietos, enquanto eles, os neopelegos, enriquecem a se fortalecem politicamente. A ascensão de Lula à Presidência da República foi resultado desse jogo e, ao mesmo tempo, um salto qualitativo para a elite sindicalista.

    As consequências disso para a democracia brasileira podem ser as mais desastrosas, como procurou mostrar Fernando Henrique Cardoso, num artigo recente, intitulado “Para onde vamos?”.

    O neopopulismo nada tem de revolucionário, como alardeia Hugo Chávez, travestido de líder esquerdista, mas que, na verdade, se apoia no voto do venezuelano pobre. Sustentado pelos vultosos rendimentos do petróleo, mantém programas sociais assistencialistas, que lhe garantem vasta popularidade.

    Aparece, diante do povão desinformado, como seu providencial protetor, que o defende de um lobo mau chamado Estados Unidos. Seu verdadeiro projeto é manter-se indefinidamente no poder e, para consegui-lo, fez o Congresso aprovar a reeleição ilimitada.

    Lula tentou seguir o mesmo caminho, mas teve sua pretensão rejeitada numa pesquisa de opinião. Precavido, mudou de tática e terminou adotando a candidatura de Dilma como a solução possível.

    Invenção sua, se eleita, ela terá que fazer dele seu sucessor em 2014, e, assim, caso isso ocorra, teríamos mais oito anos de Lula na Presidência da República, o que somaria, no total, 20 anos de lulismo. Ou mais, muito mais, porque pode não parar aí, já que, àquela altura, as bases do neopeleguismo e do neopopulismo estariam amplamente assentadas em todo o país.

    A ameaça é que, se já agora ele se rebela contra a ação fiscalizadora do Tribunal de Contas da União e pretende calar a imprensa, ou seja, não admite que ninguém critique ou cerceie suas decisões de governo, imaginem o que não fará durante tantos anos no poder.

    A história tanto anda para frente como pode andar para trás. O propósito de, chegado ao poder, não sair  mais, faz parte da ideologia petista, como deixou claro José Dirceu, em visita a Madri, logo após a posse de Lula, em 2003, ao afirmar que o projeto deles era ficar 20 anos no poder. Sim, porque, ao contrário dos outros partidos “burgueses”, o partido dito revolucionário vem para salvar o povo e mudar o rumo da história. Logo, não pode se submeter às regras democráticas da alternância no poder. Se é verdade que, a esta altura, o petismo já abriu mão do revolucionarismo, não admite perder as posições conquistadas.

    Lula, muito esperto, logo compreendeu que o Brasil não é a Venezuela. Sabe que, embora tenha maioria no Congresso, este jamais lhe concederia um terceiro mandato e muito menos a possibilidade de reeleição ilimitada. Por isso, adotou a tática de conseguir um mandato tampão para Dilma, enquanto, às carreiras, procura implantar o PAC e aparecer, diante da nação, como um presidente empreendedor, que visa elevar o país à condição de grande potência. Assim age Chávez e assim agiu nossa ditadura militar.

    A fórmula é sempre aquela: inimigo dos poderosos e amigo dos pobres, defensor dos negros e mulatos, inimigo dos brancos de olhos azuis. Isso transparece, a todo momento, em suas declarações e discursos. Não faz muito tempo, falando aos catadores de lixo, criticou os ricos que, deliberadamente, sujam a cidade para que os lixeiros, humilhados por eles, a limpem.

    É um presidente da República que, sem qualquer escrúpulo, faz questão de instigar ressentimentos e conflitos entre os cidadãos, jogar uns contra os outros. Isso no discurso, porque, de fato, usa a máquina do Estado para favorecer grandes empresas nacionais e estrangeiras.

    O artigo de Fernando Henrique Cardoso chamou atenção para o perigo que o país corre. Em vez de desautorizá-lo, os formadores de opinião deveriam preocupar-se com o interesse maior da sociedade. É de se esperar, também, que Serra e Aécio assumam a responsabilidade que lhes cabe.

    “Agora não importa o que fizeram de ti, mas o que você vai fazer com o que fizeram de ti”.
    Sartre

  • mai 27
    Do Grupo Guararapes

    A marcha da insensatez, com seus passos milimetricamente calculados, avança sobre o Território Nacional, sob o governo PAZ E AMOR, cumprindo a sua missão, eis que nos apresenta a fase mais dura, mas amaciada pela ”compra” antecipada das mentes e corpos.
    Meus camaradas!
    Viveremos o Mês de maio, o mês que reverencia o dia do trabalho, e o dia das mães.
    Quantas mães ainda terão que passar este dia de alegria ou de chorar a morte de seus filhos assassinados, covardemente? O governo já prepara indenização para a mãe do agricultor PAULO ROBERTO GARCIA, senhora Maria Tereza de Jesus, morto em Jacilândia/RO, por guerrilheiros da LCP (LIGA DOS CAMPONESES POBRES)? Ou ele é menos brasileiro que seus algozes? O fato é uma repetição dos oito de maio de 1969, quando foi covardemente assassinado o investigador de polícia JOSÉ DE CARVALHO, morto em SUZANO, na Grande SP, num assalto a banco perpetrado pela Aliança Libertadora Nacional.
    São outros tempos? Não. Mudou-se apenas a tática, pois passaram a usar mulheres como meio de se conquistar o poder, como se quer fazer com a Mãe do PAC!
    No século passado, tivemos exemplos do uso de mulheres, por seu carisma e, com apoio da população pobre, na maioria imigrantes de origem rural, a quem chamavam de descamisados, por meio de um populismo barato, como ocorreu na Argentina. Não precisamos de demagogia, nem de exploração da figura feminina, no decadente e infame jogo político. Já não basta a exploração sexual de que nossas mulheres são vítimas, chegando a comprometer as sadias relações de nosso País com países da Europa por conta dessa exploração?
    Como aceitar que os dirigentes deste País usem nosso suado dinheiro, arrancado de nós, através de escorchantes impostos, que deveriam ser usados em benefício da Saúde, da Educação e da Segurança Pública, mas são usados para dar visibilidade política a pessoas que no passado, de armas em punho, assaltavam, matavam e executavam, sem dó nem piedade, brasileiros honestos e trabalhadores, deixando mães desvalidas?
    Trabalhadores! Como dizia Rui Barbosa: “A autoridade legítima é a autoridade legal e autoridade legal é a que observa a lei”. Como aceitar que se escamoteie a lei Eleitoral justo quando se deveria dar o exemplo para toda a Nação?
    A LEI É PARA TODOS!
    Aonde se quer chegar com o lançamento de obras de infra-estrutura do governo tendo a tiracolo possíveis candidatos à sucessão presidencial, se o período eleitoral respectivo ainda nem começou? Somos por acaso um País de tolos? Não nos curvaremos!

    GRANDE MÃE PÁTRIA, SABES QUE
    “DOS FILHOS DESTE SOLO, ÉS MÃE GENTIL”.
    E QUE  ”…UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA”,

    “PÁTRIA AMADA, BRASIL!”

  • abr 21

    Soldados do Exército Brasileiro – de todos os postos e graduações,
    de ontem e de hoje, com ou sem farda!

    Vivemos tempos desafiadores.

    Neste 19 de abril, ao reverenciarmos a memória dos nossos heróis, que no longínquo 1648, em Guararapes, criaram as condições para que se forjasse um exército vencedor, gênese da nacionalidade brasileira, temos consciência de que vivemos tempos desafiadores.

    Precisamos buscar na formação da nacionalidade brasileira – que se confunde com a própria historiado nosso Exército – inspirações e exemplos que robusteçam nossa fé em FELIPE CAMARÃO, HENRIQUE DIAS, VIDAL DE NEGREIROS, MATIAS DE ALBUQUERQUE, ANTONIO DIAS CARDOSO, TIRADENTES, ANITA GARIBALDI, CAXIAS, SAMPAIO, OSORIO, MALLET, DEODORO DA FONSECA, RONDON, MASCARENHAS DE MORAES, MAX WOLFF e outros que a história há de reconhecer. Precisamos, também, forjar o soldado do futuro, com fértil imaginação criadora, capacidade deconciliação, enérgica versatilidade, despojado do obsoleto e pronto para incorporar tecnologias das mais avançadas.

    Vivemos tempos desafiadores.

    Os desafios do passado foram a manutenção da unidade nacional, evitando sua fragmentação; o estabelecimento de fronteiras definitivas; a independência da Colônia; a proclamação da República; a preservação da integridade do território brasileiro, da democracia, da ordem e do progresso. Os desafios de hoje implicam contribuir com o desenvolvimento nacional, com o bem estar social e com a ajuda as nações amigas. E, simultaneamente, adestrar a Força com reduzidos meios, dando-lhe um poder de combate mínimo indispensável. Os desafios de amanhã são imprevisíveis. As ameaças são multifacetadas, sem fronteiras, sem frentes de combate, sem doutrina definida, sem estruturas, sem efetivos e sem piedade. Precisamos envolver a sociedade nessa discussão, comprometer, ainda mais, as autoridades com a Estratégia Nacional de Defesa, e preparar um exército dissuasor e com a mesma estatura do Brasil.

    O fato é que o mundo está se movendo muito rapidamente. E é imperativo ao Exército não ficar para trás. Para isso não basta apenas ser criativo e inovador, há que se implementar mudanças rapidamente, assumir a indutora vanguarda tecnológica, ter condições de travar a guerra cibernética, possuir modernos mecanismos de monitoramento, vigilância e proteção, e mapear cenários impensáveis.

    Há que se olhar para frente. Renovar o antigo que habita em cada soldado profissional é um necessário ato de coragem.

    Sem desprezar o permanente, desfazer-se do provisório; sem perder os valores que conformam e dão credibilidade à nossa Instituição, abrir as clarabóias para o arejamento e preparar-se para vencer a guerra do futuro – com tudo que ela terá de “nunca visto”. É este o desafio o que concito todos a enfrentar.

    Parabéns Exército Brasileiro pelo seu 19 de Abril! Parabéns pelo seu passado de lutas e glórias, pelo seu presente de diuturno trabalho e permanente prontidão, e pelo seu futuro que por certo será tão venturoso quanto o que já se descortina para o nosso Brasil!

    Avante! Sigamos todos com ânimo retemperado, coesão inconteste, entusiasmo, confiança e determinação.

    Como no passado, arregacemos as mangas, lutemos com as mesmas armas destes tempos desafiadores. E mereçamos a vitória.

    General de Exército ENZO MARTINS PERI
    Comandante do Exército

    [fonte: http://www.exercito.gov.br]

  • abr 13
    Abaixo a transcrição fiel da carta escrita por Fidel a Chavez, que vem na gravação a seguir falada em espanhol.
    Muitos de vodês poderão me dizer que esta carta é falsa. E então, já retorno a pergunta: Você tem provas de que é falsa?
    Se tiver, me envie por favor pois o conteudo desta vem ao encontro de várias noticias soltas por aí e não é de hoje.
    Trata-se nada mais do que a cartilha comunista atualizada para os dias de hoje. E Lula tem tudo a ver com isso.
    Ana

    Escute o que é falado sobre Lula na gravação:

    ORIENTAÇÕES DE FIDEL CASTRO A HUGO CHÁVEZ.

    Transcrição exata da tradução para o português do documento enviado por Fidel Castro ao Presidente Hugo Cháves, da Venezuela, o qual esquematiza em linhas gerais as três etapas a seguir (a primeira já cumprida, a segunda em vias de), a fim de implantar de vez um regime comunista na Venezuela.

    PRIMEIRA ETAPA

    Os pobres são maioria e têm pouca memória . Injeta-lhes esperança e acusa o passado, à Democracia de todos os seus males. Mantém-te em linha permanente com teu povo. Identifica-te com eles. Teu verbo tem de ser simples; isso lhes chega muito bem, pois tens o tempero que faz falta . Emociona-os, leva-os em consideração. Aprende a manipular a ignorância . O verbo deve ser inflamado, de autoridade e poder; não te preocupes com os ricos e a classe média, [pois] não são mais que 80% de pobres o que tu necessitas. Os ricos saem correndo se lhes fazes “Buu!!!”

    Os católicos adoram menções da Bíblia ou de Cristo. Os católicos, em que pese ser a grande maioria na Venezuela, não fazem nada. Rezar, sem ações, não vão chegar a parte alguma; são uns bobalhões. Enquanto a igreja está adormecida, aproveita. Quando decidirem mover-se, já estarás instalado. Lembra que a igreja é “escorregadia”. Segue fustigando. Os católicos sem liderança não são ninguém. Nenhum padreco vai reagir. Há dois ou três que querem rebelar-se, porém seus superiores os encurralam. Se vês um sacerdote católico alvoroçado, compra-o, chama-o, ganha-o para ti; se o povo cristão se te rebela, esse será teu último dia… porém , dificilmente esse dia virá. Os judeus na Venezuela não contam, os Evangélicos são uns pobres coitados e as demais religiões para que nomeá-las? Cita o Cristo, sempre, fala em seu nome , lembra que isto a mim me deu excelentes resultados.

    Inclui bandeiras e Simón Bolívar quando possas. Gera um novo nacionalismo. Desperta o ódio, divide os venezuelanos . Esta etapa te dará bons dividendos… Se eliminarão uns aos outros, a violência te ajudará também a instalar-te mais tarde à força. Entretanto, fale-lhes de Democracia . Tens dinheiro, compra a fidelidade enquanto cumpres os teus objetivos. Quando consegues o que queres se se opõem ou te aconselham, despreza-os. Envia-os a embaixadas, dá-lhes dinheiro para que se calem ou tira-os do país para que a imprensa não os utilize. Os que se oponham “planta-lhes” delitos; isso desqualifica para sempre . Por todos os meios mantém maioria na Assembléia . Mantém a teu lado no mínimo a Procuradoria e o Tribunal. Compre todos os militares com comando de tropa e equipamentos . Põe-os onde há bastante dinheiro. Compra banqueiros. Grandes comerciantes e construtores . Dá-lhes contratos, trabalhos e facilidades para esta primeira etapa .

    SEGUNDA ETAPA

    Para a segunda etapa tens que haver formado Comitês de Defesa da Revolução que os podes chamar de “Bolivarianos”. Faz trabalho comunitário com eles para que te defendam agradecidos. Paga-lhes para que sigam teus alinhamentos (marchas, concentrações). Dos comitês seleciona os mais agressivos para uma força de choque armada que podem necessitar se a coisa se põe difícil. Controla a Polícia, destrói-a. Ponha-na à tua disposição. Na segunda etapa tens que aprofundar a visão da Revolução. Deve-se mencionar muito a palavra revolução. Isto emociona os pobres .

    Aqui tens que fraturar as uniões de trabalhadores e de empresários que podem fazer oposição. Aqui temos que conseguir com que os trabalhadores estejam filiados a uma central paralela. Com dinheiro se consegue. Do mesmo modo, tens que armar uma central de empresários paralela. Ataca os empresários. Acusa-os de famintos, fascistas e particularmente acusa-os de golpistas; faz-te de fraco .

    A mente dos homens se situa no mais fraco e na injustiça. Se não o podes comprá-los, fecha os meios de comunicação radial, impressos e televisoras . Tua empresa de petróleo é quem te produz o dinheiro do projeto.

    Põe uma Junta Diretora Revolucionária. Demite os técnicos e acaba com essa chamada meritocracia.

    TERCEIRA ETAPA

    Se tens tudo nesta etapa podes seguir para a terceira. Na terceira etapa podes violar a Constituição porque ninguém vai te impedir . Ordena invasões. Distribui armas, drogas e dinheiro. Acusa-os de espiões e corruptos . Desprestigia-os. Prende muitos jornalistas, empresários, líderes trabalhistas . Os demais escaparão do país ou serão punidos.

    Reestrutura o Gabinete . Aqui podes desfazer-te de teus colaboradores . A alguns podes premiá-los e outros desprezá-los pois já não há oposição. Tens que pôr camaradas. Estabelece o chamado constitucionalmente . Estado de Exceção ; Suspende garantias . Lança o toque de recolher . Apura-te, olha se o povo te está achando excelente. Fecha todos os meios de comunicação . Destrói Prefeitos e Governadores da oposição .

    Anuncia a reestruturação de todas as áreas do Estado e a elaboração de uma nova Constituição . Forma um Conselho de Governo com 500 membros. No Conselho Assessor do Governo estarei eu. Há que fuzilar os opositores que não aprendem. Isso é a única coisa que os silencia e é mais econômico .

    Nunca deixes que se organizem, nem deixes que conheçam tuas intenções . Seremos respeitados novamente com o Marxismo-Leninismo. Brasil, Equador, Venezuela e Cuba a passos indestrutíveis. Se vejo que não tens colhões, recolho todo o meu pessoal; podem me matar os militares, quando se te ergam, se não me fazes caso.

    Que estás esperando, Hugo?

    =================================================

    A única coisa necessária para o triunfo do mal – a reeleição de Lula e a implantação de uma ditadura comunista no Brasil – é os homens de bem não fazerem nada.

  • abr 12

    REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964

    Soldados da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada !

    Há 46 anos atrás, o presidente da República, João Goulart, era deposto.

    Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros, de tomada do poder. Para nós, brasileiros, ocorreu a Revolução Democrática de 1964, que afastou nosso querido país de uma ditadura comunista, cruel e sanguinária, que só os irresponsáveis, por opção ou por descuido, não querem enxergar.

    A grande maioria de vocês, principalmente os mais jovens, foram cansativamente expostos à idéia transmitida pela propaganda política, inserida nas salas de aula, nos ditos livros didáticos, nos jornais, programas de rádio e de TV, que os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas; que para combater os “generais que usurparam o poder” os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela redemocratização do país; que jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura.

    Mas qual é a verdade sobre o Movimento de 31 de março ?

    Para responder a esta pergunta, basta tão simplesmente voltarmos nossas vistas para aquela conturbada época da vida nacional. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam os transportes, as escolas, os bancos etc. Filas eram feitas para comprar alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. João Goulart queria implantar suas reformas de base à revelia do Congresso Nacional. Os principais jornais da época exigiam a saída do presidente, em nome da manutenção da democracia. Pediam para que os militares entrassem em ação, a fim de evitar que o Brasil se tornasse mais uma país dominado pelos comunistas. O povo foi às ruas pedindo o fim daquele desgoverno, antes que fosse tarde demais.

    E, assim, aconteceu o 31 de março ! Ler Tudo »

  • abr 11

    11/4/2010

    Conhecemos vários exemplos de perda progressiva da liberdade. Pensadores, escritores e tantos outros nos legaram alertas vigorosos de como uma sociedade apática, conivente e mesmo facilitadora do processo, e predisposta à submissão, deixa – se levar até à dominação total. A sofrida e paupérrima Cuba confirma como um povo se rebaixa, perde a vontade, a raça, o pundonor, e se submete, apesar de sua visível degradação moral e até material, por décadas a fio, sob o jugo de um tiranete.

    No Brasil, além do cerceamento consentido da liberdade, realizado aos poucos e, sorrateiramente, o crescente êxito da empreitada foi escancarado com o 3º PNHD, numa demonstração, talvez (?) equivocada, de que “já estávamos no papo”.

    Além da submissão consentida, testemunhamos a ocorrência de outro fenômeno, que ao somar – e à perda da liberdade, nos conduzirá para uma virtual ditadura, estribada no culto ao produto acabado “do deboche e da empulhação”, o que para alguns já é um fato.

    Destacamos que no País, o poder concedido ao Executivo é bem maior do que o dos demais poderes, desequilíbrio patente e muito bem explorado pelo atual. O Executivo é o chefe do Governo, manda e desmanda no Estado e manipula a máquina administrativa. Ou seja, o homem é o dono do Brasil. Só falta a posse da escritura.

    O atual Presidente, ciente da leniência dos demais poderes e da incapacidade de a oposição estabelecer entre os seus uma reação decente, tem avançado despudorado e, impunemente, além dos seus limites, sob os complacentes aplausos da sociedade.

    O Executivo atropela, desrespeita, avaliza ditaduras, dá esmolas e empréstimos aos amigos (o dinheiro da Nação, é claro), eleva a Bandeira do MERCOSUL ao nível do pavilhão Nacional, devolve por seu livre e inconseqüente alvedrio troféus de guerra, estabelece áreas indígenas, quilombolas, e pratica acintosamente outros flagrantes despotismos.

    Destacamos, em artigos passados, que tratando – se das “coisas nacionais” como Soberania e Território, que algumas decisões acerca de tão sensíveis assuntos, somente poderiam ser adotadas, quando deliberadas e aprovadas em Congresso, por unanimidade, e… mais um.

    Entretanto, assistimos ao seu deboche ao inaugurar obras condenadas pelo desmoralizado TCU. O TSE, escarnecido pelo “dito”, embora sinalize independência e distanciamento em relação ao Poder, e esboce uma reação aos seus desmandos, dificilmente não será pressionado pelas engrenagens da máquina que apóia o “projeto de tirano”.

    De fato, o “nosso suserano”, faz o que lhe dá na telha e o que lhe convém. Para angariar adeptos, não tem pejo em lançar, com estardalhaço o Pré – Sal, cujo futuro é incerto e duvidoso. Mas o que importa é faturar. O PAC 2 segue o mesmo caminho, o do interesse desabrido e desavergonhado, sem limites, sem vergonha, quando sabemos a quantas anda o PAC 1. Recentemente, atropelou a Lei de Responsabilidade Fiscal e, assim, tem procedido a seu talante.

    Inicialmente, criamos um “monstrinho”, e o filhote, gulosamente, chupou os nossos dedos. Depois, ele os engoliu um a um. Como ninguém reclamou, comeu nossas mãos. Saboreando nossa passividade, devorou nossos braços, depois nossas pernas. Como nada fizemos, foi avançado, consumiu nosso baço, nosso pâncreas e degustou nosso fígado. Como ficamos inermes, está chupando nossos rins, cérebro… e, logo, chegará aos nossos corações.

    O “bichinho” tem crescido, assustadoramente, por ora, podemos alcunhá – lo, carinhosamente de “filhote de tirano”, mas bem alimentado por seus vassalos, logo teremos a soberba de chamá – lo “nosso grande e poderoso ditador”.

    Consta que, se a sua candidata “vencer”, não será empossada, e sim “coroada”.

    Brasília, DF, 31 de Março de 2010

    Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

  • mar 30

    [Autorizado pelo Autor]

    Os suspeitos da lente da máquina fotográfica, deops. após completar 50 anos de idade, já fazem 4 anos, descobri que eu e minha família vivemos no escuro com sobrenome falso. desde que começou esse boato de anistia, vejo pessoas sendo homenageadas, sem ter grandes feitos na vida política.

    contam histórias totalmente fora da própria realidade, sem ter direitos e, ao mesmo tempo, com todos direitos.

    o sonho da minha filha era ser médica, mas por ironia do destino, não sou supersticioso, ela se formou em pedagogia e biblioteconomia. conseguiu estágio nas áreas de arquivo, quando ela descobriu o suspeito através da lente, um subversivo, o avô.

    quando se fala em preso político, abrem uma “pastinha”, mas sobre meu pai existem grandes volumes de informações, até de outros estados. a minha maior decepção sobre esse assunto, é que as pessoas puxam sardinha na mídia, no governo, o próprio partido faz questão de divulgar as suas obras políticas, para homenageá-los. Ler Tudo »

  • mar 26

    No Brasil, desde a descoberta até os dias atuais, nunca tivemos palhaços fantasiados de FARDA. O nosso exemplo é único na América Latina, pois nossos MILITARES sempre procuraram cumprir a Lei e não ter em seus governos FANTASIADOS DE FARDA. A nossa sorte é tão grande que até a única ditadura que tivemos, ditadura VARGAS, foi sem grandes violências, podemos até dizer que tivemos paz. E Getúlio não usou farda.

    Nossos Presidentes militares, militar também é um cidadão da Pátria, foram homens comedidos e quando eleitos deixaram as suas fardas em casa. Nunca se viu DUTRA fardado quando Presidente da República o mesmo acontecendo com Gastello, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo. Nunca foram homens arrogantes e donos da verdade. Ao terminarem seus mandados voltaram para suas casas, as mesmas, e no exercício do cargo as despesas pessoais eram pagas por eles e não pela nação, o que é o certo.

    Nossos presidentes civis foram homens que respeitaram a FARDA de modo geral. SE algum tem ou tinha raiva dela apenas se diminuíram ou não estavam preparados para o cargo. As Forças Armadas não servem ao chefe de governo e sim ao País.

    Tivemos um que se caracterizou pela arrogância e a péssima educação. Em recepção não apertava a mão de seus subordinados, mas se fantasiava de FARDADO para mostrar a sua macheza e deu no que deu. Estamos citando este fato, pois a história, a grande mestra da vida, nos mostra que os grandes carrascos da humanidade se fantasiaram com FARDA.

    STALIN é um deles. Até o início da II Guerra mundial todos os militares não tinham insígnias e o grande expurgo de 1938 contra os seus generais e oficiais foi um dos mais bárbaros. O incrível é que com esta desgraça veio facilitar a invasão alemã em 1941 e a URSS sofreu por não ter quadros para comandar seus exércitos. Pasmem  aqueles que estão lendo estas linhas. O
    assaltante de banco, a mandado de LENINE, no fim de seus dias, fantasiou-se com uma FARDA que seus acólitos lhe deram o título de MARECHALÍSSIMO, termo inventado para tocar no ego do ditador.

    Quem não se lembra de Hitler fantasiado de Farda? Vejam o que aconteceu
    Pobre povo alemão e desgraça da Alemanha. A farda dele era o símbolo da Força que ele projetava para o exterior. Grande palhaço fardado.

    Outro exemplo de civil que adora farda e que levou o povo à desgraça chama-se FIDEL  ASTRO. As botas indicavam o peso para esmagar a consciência de um povo. A última, com a morte de Orlando Zapata, indica a frieza do grande ditador de CUBA e nosso presidente rindo como se a morte de um homem que luta pela liberdade não tivesse valor. Lutar pela liberdade é ser
    bandido, disse LULA. Homem sério é levar dinheiro roubado na cueca.
    Inversão de valores.

    No Brasil já existe candidato vestindo farda e fumando charuto. Todo cuidado é pouco. Os exemplos de cima indicam que devemos ter os olhos abertos.

    O Presidente que apoia quem usa farda já nos chamou de bando. Tire as suas conclusões. Seremos chamados de que?

    Grupo Guararapes

  • mar 17

    NÃO VOTAR EM CORRUPTO É UM DEVER CÍVICO

    Conforme se viu nos últimos noticiários, no dia 21.12.2009, o Ministro da  Defesa, apoiado pelos Comandantes das Trés Forças Armadas esteve com o Presidente Lula para entregar o seu cargo. Isto ocorreu em virtude de um decreto pretendendo buscar a verdade histórica do Brasil, por Lula assinado, o qual, contrariando a firme discordância do Ministro da Defesa, limitava-se, apenas, a identificar militares acusados de atos de tortura, durante os chamados Governos Militares. E nada sobre os terroristas que assassinaram e infelicitaram muitos brasileiros.  Também, pelo que foi noticiado, considerando a Lei da Anistia, o Ministro da Defesa, desde o inicio, discordou de qualquer busca nesse sentido, ponderando que tal atitude do Governo poderia prejudicar a pacificação dos brasileiros, dantes desentendidos, conquistada desde 1985. E com um Decreto PARCIAL beneficiando o TERRORISMO, eclodiu a CRISE.

    E Lula, esperto como sempre, vendo mais uma besteira que comete, explicou-se dizendo que, Ler Tudo »

  • mar 5

    .. A partir deste momento, me recuso
    a debater qualquer possibilidade de
    encontrar um candidato a altura para
    assumir a cadeira gostosa, via pleito.
    .
    .. Visto que nosso tempo está esgotando,
    apenas apoiarei qualquer tipo de intervenção
    vinda das FFAA.
    .
    .. Cansei de demagogias e mentiras…
    .. Pra mim,, CHEGA.
    .
    Que venha o Exército e pulverize a banda podre.
    .
    .
    AMÉM!

  • mar 1
    A carta a seguir – tão somente adaptada por Barbosa Melo – foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parques Nacionais e Reservas do IBDF/IBAMA 88/89, deputado desde 1989, detentor do 1º Prêmio Nacional de Ecologia.
    Carta do Zé agricultor para Luis da cidade

    ======================   

     Prezado Luis, quanto tempo.
        Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.

       Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo… hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?

       Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro… Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.

      Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.

       Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga a água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?

       Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né …) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?

       Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.

      Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.

      Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da ooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.

      Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não vai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?

      Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.

      Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.

      Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.

      Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo.
    Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.

      Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.

    Até mais Luis.
    Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.

    (Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados
    verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o
    quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio
    rural e o meio urbano.)

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