Levante-se Brasil!
Está em nossas mãos
-
set 5
Tive oportunidade de ler o que ANTES ERAM as NORMAS do Exército Brasileiro.
1 – Uma NAÇÃO terá SEMPRE UM SÓ EXÉRCITO, O SEU: OU DE OUTRA NAÇÃO.
2 – A GUERRA SEMPRE existiu e vai continuar existindo. UM EXÉRCITO poderá passar séculos SEM SER EMPREGADO. Mas, NÃO SE PODE PASSAR UM SEGUNDO SEM ESTAR EM CONDIÇÕES DE ENTRAR EM OPERAÇÃO. O VERDADEIRO EXÉRCITO NACIONAL AINDA EXISTE?
Tive oportunidade de ler o que ANTES ERAM as NORMAS do Exército Brasileiro.
1 – Uma NAÇÃO terá SEMPRE UM SÓ EXÉRCITO, O SEU: OU DE OUTRA NAÇÃO.
2 – A GUERRA SEMPRE existiu e vai continuar existindo. UM EXÉRCITO poderá passar séculos SEM SER EMPREGADO. Mas, NÃO SE PODE PASSAR UM SEGUNDO SEM ESTAR EM CONDIÇÕES DE ENTRAR EM OPERAÇÃO.
3 – Nós não queremos a guerra, mas lembre-se: QUANDO A ARMA QUE MATA DEFENDE A LIBERDADE DE VIVER, OS SANTOS CHORAM, MAS NÃO ACUSAM.
Estas palavras que definem O QUE É O DEVER E FIM DE UM EXÉRCITO, deveriam estar em todas as paredes – internas ou externas – dos quartéis ou qualquer outra dependência militar. Principalmente no momento crucial que vive a NAÇÃO, sendo entregue ao INIMIGO NUNCA DISFARÇADO, onde estão aqueles que tiveram uma formação SEMPRE voltada para a defesa da PÁTRIA.
Foi ser militar quem quis, destacaram-se OS QUE SEMPRE TIVERAM CONDIÇÕES DE SER. Nas FFAA, NUNCA houve oportunidade para um parente, um padrinho com autoridade para arranjar um tamborete no refeitório ou sala de aula. O militar é o profissional mais bem preparado para BEM exercer a profissão. Desde Tenente têm cursos para as mais variadas atividades, que irão exercer enquanto estiverem na ativa.
O soldado que presta o serviço militar obrigatório, se quiser, tem chance de ser Cabo, e se mais desejar, o curso de Sargento, garante-lhe chegar a Capitão.
Os oficiais quando tenentes, têm à sua disposição diversos cursos que enriquecem sua Folha de Serviço. Quando Capitães fazem a ESAO, para chegar a .Coronel. Se mais desejarem a ECEME, qualifica-os para a promoção a General. Neste posto, a promoção é sempre por mérito. No Generalato, três postos: Brigada, Divisão e Exército, O regulamento militar é UM SÓ PARA TODO o efetivo, conforme o posto. Foi esse EXÉRCITO que conheci, até a “fatídica subida de Lula na Rampa do Planalto.
Por isso é com imensa tristeza, que acompanhando há dez anos escrevendo no Grupo Guararapes, assisto o momento que estamos vivendo. Até aqui não conhecia Generais que curvam-se diante de ordens de gente(?) que NADA sabem dos regulamentos militares.
GENERAIS do Alto Comando, esqueceram o 1º quesito sobre o EXÉRCITO? ” “UMA NAÇÃO TERÁ SEMPRE APENAS UM SÓ EXÉRCITO: O SEU OU DE OUTRA NAÇÃO”
Glacy
PS: A PERGUNTA DE DONA GLACY É UM GRITO DE UMA PATRIOTA QUE SENTE NO PEITO
De Grupo Guararapes
DE CADA GENERAL O AMOR À PÁTRIA. A NAÇÃO TREME E ACREDITA EM SUAS FORÇAS
ARMADAS. ELAS ESTÃO ACORDADAS E NÃO DEIXARÃO QUE ELA, A PÁTRIA, MERGULHE NA
ESCURIDÃO DA CORRUPÇÃO E DE FALTA DE LIBERDADE. -
ago 31Recebido por E-mail
É muito difícil para mim viver nessa época de lulas, dilmas, jobins e afins…
Sou filho, sobrinho, primo, tio e pai de militares. Do Exército e da Marinha. Todos “ficha Limpa”…
Há poucos dias fiquei feliz com a aprovação de meu filho para a Eceme…
Hoje, tenho o desprazer de tomar conhecimento da tal lei assinada pelo apedeuta ontem, DIA DO SOLDADO, LEI COMPLEMENTAR Nº 136, DE 25 DE AGOSTO DE 2010.
Só pode ser de propósito essa merda. Como se julga muito engraçado, o comandante (???) das FA usou a ocasião para gracinhas e piadas não pertinentes a algo que deveria ser sério, com os olhos voltados para o futuro.
O que fez a anta? Assinou uma Lei que LHE TIRA o comando das FA e entrega para um MINISTRO – cargo Político, de duração indeterminada – que, se for bom e líder, tornar-se-á o ser mais PODEROSO do governo e, óbvio, uma ameaça. De qualquer governo. Se for ruim – mis provável – não vai fazer nada além de abrigar apadrinhados na cornucópia de DAS inventados para inchar a burocracia… Quer dizer no way out…
O líder sindical deveria saber – e SABE – que COMANDO NÃO SE DELEGA. Comando é para ser exercido, ainda mais sobre instituições cuja formação principal é MATER GENTE e DESTRUIR coisas construídas por gente, por pessoas, por seres humanos.
O MILITAR É O PROFISSIONAL DA MORTE. Seu contrato de trabalho com a Nação, com o País, com o Povo e com o Estado termina assim “… cuja honra, integridade e instituições defenderei COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA”.
NENHUM outro servidor do Estado tem esse compromisso…
As Forças Armadas têm o monopólio legal para o exercício da Grande Violência, em nome do Povo, em nome da Nação, em nome do Estado. É disso que se trata. É essa a função do militar em qualquer país, em qualquer quadrante.
Essa força e esse poder necessitam de COMANDO – único e legal – que, ao longo dos tempos, foi exercido pelo Presidente da República, no caso do Brasil. Agora não é mais…
Pois bem, a anta do lulla, aconselhado não sei por quem – talvez em devaneios na privada ouviu o som de seus intestinos – abdica desse OBRIGAÇÃO legal e moral e entrega tudo ao atual MD.
Depois disso deveria renunciar e ir tomar cachaça em São Bernardo, sua verdadeira vocação.
O que me espanta é a PASSIVIDADE dos fardados, dos militares…
Anestesiados, calados, perfilados e… perdoem… sendo enrabados e “chutado para baixo”.
Perdendo espaço e admitindo TAMBÉM, PERDA PARCIAL DE CONTROLE NA INDICAÇÃO dos comandos na Forças. Se uma ou outra promoção a General pode ser discutida, no “Atacado”, no conjunto, os oficiais que chegam ao posto de General merecem a honraria.
Gostaria que algum companheiro de farda – ou civil – provasse que eu estou errado ou enganado ou doido ou desmiolado ou … whatever.
Ontem, ouvi de um dos mentores dessa merda, civil da entourage jobiniana, que essa lei é o maior avanço e tem a virtude de agregar conhecimentos obtidos na França, na Rússia, na China, na … PQP…. Exceto dos Estados Unidos que “não tem nada a nos ensinar”… e outras asnices.
Nem me dou ao trabalho de colocar outros artigos idiotas dessa lei por considerar que a essência está no início. Primeiro foi a END, sem anestesia. Agora essa lei, no seco, na seca, sem água para ajudar a engolir…
Para finalizar: sei que o jobim é considerado “o melhor ministro da defesa” que tivemos até hoje. Em minha opinião isso é um horror, pois se ele é o melhor, imagine os anteriores.
Tivemos, se a memória não falha, uns 5 ou seis antes dele. Um, pelo menos, coincidentemente o primeiro, sem NENHUMA condição moral para o cargo. Preparo técnico, nenhum tinha, mas a estrutura ajudava a manter a nau com algum rumo. De agora em diante será o phoddase…
A Inglaterra demorou mais de 40 anos para ajustar-se ao sistema “ministério da defesa”; os EUA, 47, se não me engano. Nós, que NUNCA TIVEMOS O CONCEITO DE JOINT, para operarmos, vamos ter que entender, compreender e aprender. Quanto tempo vai demorar isso?
Vão esculhambar também com o Sistema de Ensino do Exército? Das FA?
Por último: quer fazer gracinha e ter Forças Armadas Compatíveis com o tamanho e a importância do País – a justificativa é essa: O tamanho político e Estratégico do País exige isso! Isso custa dinheiro.
Quem vai pagar a conta? Como? De onde sairão os BILHÕES de dólares necessários para termos FA minimamente operacionais e preparadas para o que delas se espera?
Nem na END, nem nessa lei nem em lugar algum se fala em RECURSOS… Dinheiro para “n” cargos de DAS aí tem… Mais aparelhamento político em uma área sensível… Muito.
A remuneração dos militares continuará muito abaixo da de diplomatas, policiais, etc. Tiraram de nós o auxílio de moradia, o adicional de inatividade e outras cositas más… Extração sem dor.
Isso tudo é mais uma grande farsa desse governo de merda que vai sair… Huummm… Vai mesmo?
Como diria o Cap Nascimento: Jobijobá você é um fanfarrão… Pede prá sair…
País tão grande, habitados por homens pigmeus… e burros.
Who fucking cares anyway, really…
GD./BYE
-
Sem templo e sem altar
Filed under Textosjun 4Ouvi a pouco que é iminente restaurar intelectualmente a religião, e isso lembra a visita do Papa João Paulo Segundo ao Brasil, o qual observou que a fé dos brasileiros é emocional, lúdica, estética.
É fácil perceber isto. O brasileiro vai à igreja ou a outro templo religioso para se sentir bem. É uma espécie de religião de autoajuda, onde fala-se e ouve-se o que se quer ouvir e falar. Em algum lugar do passado houve um desvio do caminho da retidão e o povo brasileiro perdeu-se num labirinto de mentira e de autoengano. Ninguém quer ouvir do pregador a proposta da conversão, da entrega, do sacrifício e do rompimento com o mundo.
Atualmente, os erros de uma denominação servem de fiança para que outras se firmem em face dos seguidores. Concordo com Padre Paulo Ricardo quando diz que “qualquer pedaço de pau serve pra bater na Igreja Católica”.
O povo que se diz religioso está cego para o fato de que a “besta” descrita na bíblia, cujo significado é “Poder”, ainda está a crer que seja o papado essa tal “besta”. Acordem. Atentem para o poder político. Quem defende o aborto, a liberação de drogas, o desmantelamento da família, o fim da propriedade privada e da fé? A “prostituta” do Apocalipse traja-se de vermelho púrpura, mas não se engane. Não é o tom de vermelho do paramento de Sua Santidade. Subentende-se que o Papa Bento XVI, defende a vida, a família e a fé cristã em toda a sua essência, por isso é criticado, caluniado e até execrado não só no Brasil, mas mundo afora.
Ser cristão é politicamente incorreto. Escarnecem de Cristo a ponto de culpá-lo até pela Inquisição e os “cristãos” parecem vencidos diante desse flagrante desatino.
No livro “Introdução ao Cristianismo”, o Cardeal Ratzinger, atual Papa, expõe de maneira muito lúcida, elegante e inteligente o verdadeiro significado histórico da presença de Cristo na Terra. O livro é uma preciosidade. A pessoa que deseja descobrir verdadeiramente o motivo de sua crença deve torná-lo “livro de cabeceira”.
Só para se ter uma idéia da importância desse livro e de como ele se presta a fortalecer e a confirmar a fé cristã, no final do capítulo dois, onde o autor discorre longamente sobre os “desdobramentos da profissão de fé e a natureza do culto cristão”, há um relato sobre o livro “A República”, de Platão.
No relato ele comenta “a imagem do justo crucificado”, delineada por Platão, 400 a.C. Quais seriam as características “de um homem totalmente justo neste mundo”? Platão conclui que “a justiça de um homem só é perfeita e comprovada quando aceita as aparências da injustiça, porque só assim ficaria provado que ele não se importa com a opinião dos outros, mas apenas com a justiça pela justiça”. Assim, segundo Platão, “o verdadeiro justo deve ser um incompreendido e perseguido”. E continua: “Eles dirão que o justo, tal como o representei, será açoitado, torturado, acorrentado, terá os olhos queimados, e que, finalmente, tendo sofrido todos os males, será crucificado…” Ecce homo”. Eis o homem! Jesus Cristo! A verdade do ser humano é a mentira. “Todos os homens são mentirosos”, Salmos, 116, 11. O Maligno não suporta o justo.
“A verdade do homem está na sua insistência em querer derrubar a verdade”. A cruz revela exatamente o que é o homem: dura cerviz (cabeça dura, imbecil, tolo), incircunciso de coração e de ouvido, traidor, homicida e resistente ao Espírito Santo. Esses “mimos” são de Santo Estevão, o primeiro mártir cristão. Mas também revela o que é Deus: amor infinito e incompreensível à criatura humana.
E, por falar em mártir, a impressão que se tem é a de que eles não mais existem. Engano. O século XX foi o século que mais martirizou cristãos, seja na Espanha, no México, na pessoa de Hitler, Stálin e associados.
Cristãos estão sendo martirizados agora em quantidade maior do que o foram os primeiros cristãos. Mas Deus parece impassível diante de tantos martírios. Martírios físicos, sim. Porém, muito mais abundantes em caráter moral. É proibido ser cristão. É proibido orar em nome de Jesus. Ofende as minorias. Não se pode ser cristão, professar a fé cristã. O que é isso afinal? Cristo morreu por todos ou por muitos?
Assim como Elias ironizou e ridicularizou os sacerdotes de Baal: “Gritai mais forte, é um deus, tem preocupações, necessitou ausentar-se, teve de sair; talvez esteja dormindo e é preciso despertá-lo!” (IRs, 18:27). Isso acontece hoje! Estão fazendo a mesma coisa com o Cristianismo!
Não é de arrepiar que essa mesma situação recaia sobre os cristãos nesse momento? Deus parece não ouvir os gritos. Qual a raiz desse ataque sistemático à Igreja Católica no mundo todo? Qual a razão de a Grande Mídia se empenhar tanto em destruir a fé cristã? Quem está financiando esse projeto? Você é capaz de se sentir seguro nesse mundo? Onde está o motivo de tantos insultos e escárnio à Pessoa que “julga o ser humano, salvando-o?”
O Cristianismo é a única fonte da qual emana as formas de responsabilidade comum dentro do mundo. Nunca foi ensinado ao cristão os caminhos de superação do mundo, porque isso é impossível. O mundo não é apenas maia, aparência. O mundo é real. O que está a acontecer nesse exato momento é que desviaram o eixo de entendimento do que seja real. O mundo existe! Lamento informar. Só Cristo venceu o Mundo. Ele é a verdade. E isso significa que para se viver de verdade, usufruir de uma vida abundante e plena, é necessário que se enxergue o mundo na perspectiva que Cristo enxergou. Isso é a verdade. “Jesus é a meta para a qual fomos criados”.
Pilatos não obteve resposta quando perguntou a Jesus “o que é a verdade?” justamente porque não estava em condições de receber a resposta. “Uma lei constitutiva da mente humana concede ao erro o privilégio de ser mais breve do que a sua retificação”. Nunca se vence o diabo com os métodos do diabo.
Não se esqueça de que, “nos dias que correm, a simples adesão a um novo preconceito faz um sujeito se sentir livre de preconceitos”. Igrejas vazias, paredes vazias, mentes vazias. Tudo esvaziado de verdade e conteúdo.
Naquela trágica sexta-feira, o túmulo emudeceu Jesus. Seus seguidores se sentiram desamparados e amedrontados. O sábado que se seguiu à crucificação foi o mais longo de toda a eternidade! Deus estava em silencio! A sensação era a de profundo abandono. Muitos seguidores de Cristo devem ter pensado: fui seguidor de um executado, de um derrotado que não se defendeu das acusações a ele impostas.
O pensamento que segue é bastante complexo e teológico demais para quem nada entende de teologia, porém, quando Jesus padecendo na cruz em seus instantes finais exclama: “Deus, Deus, porque me abandonastes?”, e esse é o momento em que o texto bíblico diz: “Desceu aos infernos”, sente-se muito mais que um arrepio, mas um verdadeiro pavor ao imaginar que o amor de Deus é tão insensato que Ele é capaz de passar pela experiência de descer até aos mais profundos abismos infernais para resgatar a alma humana de seu pecado. E que se tal fato não tivesse ocorrido, todos estariam condenados à morte eterna. Jesus desceu ao sheol, morreu de verdade. Acredite. Não saiu da cruz vivo, como diz alguns ateus metidos a escritores, ou alguns demônios na pele de Deus.
O ser humano é tão vil que foi capaz de matar Deus, não uma vez, mas duas. Nietzsche, também não o fez?
Mas chegou o domingo da ressurreição. E só é capaz de aceitar isto quem tem juízo, quem não está contaminado pelo cientificismo idiota que manda na mente humana atualmente.
Deus não nos abandonou. Deus nos fala através de seu silêncio. Não apenas fala, mas grita também. Os sofrimentos impostos aos cristãos de hoje não são diferentes daqueles impostos aos cristãos dos primeiros tempos. O que muda é a perspectiva de entendimento.
O aparente silêncio de Deus em face aos dias de tempestade e escuridão pelos quais vêm sofrendo os cristãos pode ser um sinal de iminente transformação.
“Deus não é somente a Palavra inteligível que vai ao nosso encontro, ele é também aquele fundo sigiloso e inacessível, incompreendido e incompreensível que foge à nossa percepção”.
“É mais fácil morrer do que pensar”, diz o filósofo. Esforcemo-nos pelo pensar.
Por Nadir Cabral para www.levante-se.com
-
Carta à ex-secretaria municipal de cultura /RJ
Filed under Textosmai 3De A Verdade Sufocada Carta direcionada à Senhora Jandira Feghali – PC do BQuando se seqüestravam diplomatas estrangeiros e suas famílias ficavam à mercê da falta de notícias isso não era tortura? Quando não se permitia que as mulheres guerrilheiras ficassem grávidas, obrigando-as a praticarem abortos, isso não era tortura?
Quando se justiçava um camarada de lutas para que os outros passassem a temer a organização, isso não era tortura? Mas se trouxéssemos para os dias atuais, manter presos em contêineres não é tortura? Colocar numa cela 100 pessoas onde só cabem 20, não é tortura? Permitir que uma família veja um ente querido morrer em um corredor de hospital sem receber atendimento, isso não é tortura? Por isso que concordo com a senhora. Tortura é tudo aquilo que a senhora disse, mas não é só aquilo. E não pode haver impunidade para torturadores. Ora, onde já se viu? Vamos punir todos, repito, todos. Os de direita mas os de esquerda também.
A senhora diz que os “desaparecidos” se transformaram em fantasmas e pergunta onde estão eles? Arrisco o palpite de dizer que o seu partido, o PC do B, sabe bem onde estão muitos deles. Ler Tudo »
-
A Política do Anticristo
Filed under Textosabr 27Dois eventos cruciais na História dessa civilização, explicam ou confundem ainda mais algumas pessoas, dentre elas a que vos escreve. São os anos de 1968 e 1989. Em 1968 os jovens franceses promoveram um verdadeiro quebra-quebra nas ruas da cidade de Paris para protestarem contra os valores vigentes. No ano seguinte, com o advento do Festival de Woodstock, decretou-se o fim das regras morais e dos valores mais caros advogados pela cultura cristã. As drogas ganharam a juventude de modo desenfreado. Não poderia ser diferente. Para conseguirem se entregar a todas as perversões, os jovens que ainda guardavam do senso comum, algum sentimento de respeito por si mesmos e pelo que receberam através da educação familiar, se valeram do uso indiscriminado de entorpecentes para “criar” coragem de se entregarem às mais vis paixões. Mas qual a ideologia que os alimentava? Suas reivindicações eram legítimas? Os revolucionários pertenciam e serviam a que tipo de orientação política? O que trouxeram de bem e de bom para o mundo?
Tempos de guerra fria. Interessante que todos os que pesquisaram e escreveram sobre essa época de rupturas, de Zuenir Ventura a Eric Hobsbawm, admitem que as mudanças impostas por esses movimentos, implicavam numa total destruição de tudo o que era válido antes. Hobsbawum afirma que os movimentos jovens de 1968, não receberam a “coordenação direta” dos partidos comunistas, mas todos os líderes revolucionários haviam pertencido às fileiras comunistas.
Mas, chega o ano de 1989 e cai o muro de Berlim, a última resistência comunista do Ocidente queda-se vencida. O mundo respirou aliviado. A ameaça comunista desapareceria por completo. Será? Ler Tudo »
-
Carta de Gilberto Geraldo Garbi para Lula.
Filed under Textosmar 8Carta de Gilberto Geraldo Garbi para Lula.Gilberto Geraldo Garbi foi um dos alunos classificados a seu tempo como UM DOS MELHORES ALUNOS DE ATEMÁTICA que já haviam adentrado o ITA, entre outras honrarias que recebeu daquela instituição. Depois de graduado, desenvolveu carreira na TELEPAR, onde chegou a Diretor Técnico e Diretor Presidente, sendo depois Presidente da ELEBRAS.- – - – - – -A CAMINHO DOS 99,9999995%( Gilberto Geraldo Garbi )
- – - – - – -Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo “nunca antes visto nesse país” e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.
Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coreia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coreia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo…(Quem nunca ouviu falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60). Ler Tudo » -
Três colunas
Filed under Textosjan 15A Escola de Frankfurt, Alemanha, fundada em 1924 pela iniciativa de Félix Weil, filho de um rico negociante de grãos argentino, seria denominada Instituto para o Marxismo, mas pelo anticomunismo que existia na Alemanha, inclusive nos meios acadêmicos, entendeu-se por bem que se chamasse Instituto para a Pesquisa Social.
Os principais filósofos dessa escola foram Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Max Horkheimer, Eric Fromm, Michel Foucault etc.
Nessa tão festejada escola está toda a engenharia social que veio se implementando desde então.
Dizem os estudiosos da Democracia e da teoria marxista, que Marx em sua teoria da luta de classes previu um conflito pan europeu, ou seja, a Europa toda entraria em guerra como consequência da “opressão que dominava toda a classe trabalhadora” e que fatalmente se agravaria, e se tornaria algo como a uma panela de pressão a qual explodiria contra os capitalistas. Ler Tudo »
-
Artigos – Boa Leitura
Filed under Textosjun 3 -
A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
Filed under Textosmai 20Uma visão isenta da ação dos militares na Amazônia.
DRAUZIO VARELLA
Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.
No microfone, a palavra de ordem do capitão: ‘Soldado Souza, etnia tucano’.
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: “SELVA !!!”
O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.
Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: “SELVA !!!”
Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.
Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.
Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.
De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.
A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.
É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.
O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.
Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: ‘O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena’.
Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: ‘Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB’.
Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.
Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário.
No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.
Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica,
administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.
Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.
Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
“SELVA !!!”Lema do soldado da Amazônia:
“Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!”
-
mai 19
Por Antônio Ribas Paiva
A “autoridade suprema” do Presidente da República, na destinação das Forças Armadas, prevista no art. 142 da Constituição Federal, é indelegável.De fato, o parágrafo único do art. 84 da Constituição Federal não prevê a delegação da autoridade do Presidente da República no que diz respeito ao comando das Forças Armadas.
Portanto, respeitada a Constituição, o Ministério da Defesa não pode exercer nenhuma autoridade sobre as Forças Armadas.
É bom marcar, que o Presidente da República, de acordo com o art. 85 da mesma Constituição, não é responsável pela segurança externa do país, que é dever constitucional dos Comandantes das Forças Armadas.
É por este motivo, que o recente acordo entre a Marinha do Brasil e a República Francesa foi assinado pelo Comandante da Marinha e não pelo Ministro da Defesa brasileiro.
Fica muito claro, o risco de responsabilidade criminal, que os comandantes militares estão correndo, se não impedirem a tentativa de politização da defesa externa do país, através da famigerada END, Estratégia Nacional de Defesa.
Em 1904, o Brasil perdeu parte do seu território para a Guiana Inglesa. Queria Deus que isso não se repita com a Raposa Serra do Sol.
Antônio José Ribas Paiva é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática – UND.
-
Carta aos Jovens – Gal.
Filed under O Brasileiro, Textosmai 5.Ternuma Regional Brasília
Gen Ref José Batista de QueirozVocê, que hoje está iniciando a carreira das armas, certamente já ouviu muitas coisas sobre governos militares. Ouviu falar de ditadura, tortura, arbitrariedade. Só ouviu coisas ruins. Nunca falaram dos guerrilheiros, de suas atrocidades, de seus atentados. Nunca lhe contaram a verdade. Por isso, quero deixar pra você esta mensagem de 50 anos de caserna. Sou isento e equidistante de todas as paixões. Os extremos sempre me fizeram mal. Nasci e me criei no sertão mineiro. Lá estudei e trabalhei como camponês. Convivi com pessoas simples. No campo, a simplicidade é verdejante como relva nas veredas.
Um dia, ingressei no Exército, onde me ensinaram novamente as coisas do sertão e muitas outras. No Exército, senti-me como alguém que escala a montanha e descobre a planície. Na planície, a democracia e o comunismo travavam uma luta de vida e de morte. A gente estava entre o mar e o rochedo. Era uma realidade muito distante da de hoje.
-
abr 20
O ato terrorista dos sem-terra e os olhos que se negam a ver o que vêem
Por Reinaldo Azevedo (*)
O MST finalmente chegou lá. Optou por um ato abertamente terrorista: o uso de escudos humanos, a exemplo do que fazem Hezbollah e Hamas. PIOR: O JORNALISMO VÊ O FATO, FILMA O FATO, EXIBE O FATO, MAS TEM RECEIO DE CHAMAR AS COISAS PELO NOME. BOA PARTE DA IMPRENSA É HOJE PRISIONEIRA MENTAL E MORAL DE JOÃO PEDRO STEDILE. Chegarei a essa questão. Antes, algumas considerações.
Os métodos empregados pelos ditos sem-terra são por todos conhecidos. Os que se aventuram a lutar contra o movimento — OU MELHOR: EM FAVOR DA APLICAÇÃO DA LEI — acabam desistindo, moralmente atingidos por uma espécie de solidão. Logo se conjuram as forças do “progressismo” contra o “reacionário”. Foi o que aconteceu com o promotor de justiça do Rio Grande do Sul Gilberto Thums. Ele responsabilizou criminalmente invasores de terra, impediu invasões anunciadas, manteve os bandoleiros longe de terras produtivas etc. Mas cansou. Sua vida virou um inferno. Teve até conversas ao telefone gravadas clandestinamente. A VEJA desta semana traz uma reportagem a respeito e faz uma síntese dos males que o atingiram:
“Os ataques contra o promotor surgiram de todas as partes e seguiram os mais diversos métodos, da intimidação à ameaça. Em Brasília, o Ministério do Desenvolvimento Agrário, órgão do governo aparelhado pelo MST, enviou uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público acusando a instituição de afrontar direitos fundamentais das crianças ao tentar extinguir as escolas do MST. Há duas semanas, ao participar de uma audiência pública, o promotor foi recebido por 200 crianças cantando o hino do movimento e com cópia do Estatuto da Criança e do Adolescente nas mãos. A claque o deixou constrangido. A Comissão Pastoral da Terra (CPT), braço da Igreja Católica que dá sustentação ao MST, atacou em outra frente. Pela internet, lançou uma campanha mundial que soterrou o correio eletrônico do promotor. Thums, descendente de austríacos, foi comparado a Adolf Hitler, para citar apenas as mensagens menos hostis.”
Pois bem: os sem-terra, que já ocupam uma área da Fazenda Castanhais, pertencente à Agropecuária Santa Bárbara, no Pará, decidiram invadir a sede da propriedade. Houve troca de tiros com os seguranças. Sim, os sem-terra estava armados — agora é bala de verdade. Aí um Zé Mané poderia gritar: “Mas os seguranças também atiraram”. Se eles portavam armas legais, não cometeram nenhuma ilegalidade, embora se deva evitar esse tipo de confronto. Que abra a própria casa a invasores quem discordar. O direito de propriedade não foi abolido no país, ainda que muita gente possa achar isso estranho e considere propriedade — sempre a alheia —um papo reacionário…
Os escudos humanos do nosso Hamas, do nosso Hezbollah, eram jornalistas que cobriam o confronto. Foram feitos reféns pelo MST e postos na linha de tiro. Os líderes dos sem-terra buscavam o que sempre buscam: cadáveres para fertilizar o solo de suas mistificações. É a morte que alimenta a mística de que existe um problema agrário no Brasil. De fato, o setor, há muito, é só uma solução. Responde por boa parte das reservas que dão ao Brasil razoável segurança para enfrentar a crise. Os sem-terra não existem. São uma invenção política de João Pedro Stedile. Pode existir gente sem emprego, mas não sem-terra. Pode existir gente sem eira nem beira, mas não sem-terra. Pode até existir gente sem vergonha. Mas não sem-terra.
Olhos que vêem sem ver
Assisti ontem no Fantástico às cenas do confronto, filmadas por uma emissora afiliada da Rede Globo. O mais espantoso de tudo é que o repórter que cobria o conflito afirmou no ar algo como: “Os seguranças acusam os sem-terra de tentar invadir a sede da fazenda…”.NÃO! DE JEITO NENHUM! NÃO SE TRATAVA DE UMA ACUSAÇÃO DOS SEGURANÇAS. AS IMAGENS MOSTRAVAM CLARAMENTE A TENTATIVA DE INVASÃO. NÃO CABIA, POIS, DIANTE DO QUE ERA EXIBIDO, ATRIBUIR A INFORMAÇÃO AOS SEGURANÇAS, COMO SE ALI ESTIVESSE UMA MATÉRIA CONTRAVERSA, SUJEITA A UMA OUTRA VISÃO. AQUILO ERA UMA INVASÃO, CONTIDA PELOS SEGURANÇAS, QUE CUMPRIAM SEU DEVER. O QUE SE TINHA ALI ERA UM FATO: OS SEM-TERRA, ARMADOS, TENTARAM INVADIR A SEDE DA FAZENDA.
Os olhos vêem, as câmeras filmam, mas o juízo se nega a fazer a devida ponderação (veja em post abaixo detalhes da violência). Os filmes do chamado “massacre de Eldorado dos Carajás” desapareceram do YouTube. Entendo. É preciso ficar a mística. É claro que os policiais se excederam naquele caso. É claro que deveriam ter dado a sua contribuição para evitar a tragédia. Mas o fato inequívoco é que os ditos sem-terra avançaram para cima dos soldados com paus e foices. É fato. Está no filme, agora banido da Internet. Ouvem-se os primeiros tiros, e eles não recuam. Ao contrário: avançam. Aí aconteceu o que já se sabe. Perderam, claro, as vítimas e suas famílias. Perdeu o estado do Pará, que assistiu ao horror. Perderam os policiais, tratados como bandidos. Mas o MST ganhou. No YouTube restam apenas filmetes de prosélitos e demagogos. Exibidas as imagens originais, não haveria tribunal no mundo que não considerasse que os policiais reagiram a um ataque — reação violenta, sim, mas reação. Basta ver.
Mas acontece que NÃO SE QUER VER. Uma nova tragédia poderia ter acontecido no mesmo Pará, na mesma região de Eldorado dos Carajás. Oito pessoas ficaram feridas, duas com gravidade — um segurança e um invasor. E, mais uma vez, o fato cede espaço à mistificação politicamente correta. Faço uma aposta: é bem possível que Tarso Genro, o ministro da Justiça, fale nesta segunda sobre o episódio. Deve pedir uma severa investigação para saber por que os seguranças da fazenda, uma propriedade privada e produtiva, estavam armados.
E tenho de lembrar, não? O MST é financiado com dinheiro público. A baderna havida no Pará neste fim de semana, com o uso de escudos humanos, é, pois, patrocinada pelo governo federal. Seus principais artífices são o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Incra.
Os sem-terra continuam no local e fazem novas ameaças. Dizem dispensar até mesmo a ajuda federal. Querem resolver tudo à sua maneira.
Quase me esqueço: a fazenda pertence a Daniel Dantas. Daniel Dantas, que é um legítimo Daniel Dantas, como se vê, serve para tudo. Serve para esconder outros Daniéis Dantas, talvez mais Dantas do que ele próprio, e como pretexto para ações terroristas.
Extraido do site do Grupo Guararapes

Comentários